Sandra Bullock falou sobre o período difícil que viveu enquanto acompanhava a luta de Bryan Randall contra a esclerose lateral amiotrófica (ELA). Durante participação no podcast SmartLess, a atriz revelou que manteve o diagnóstico do companheiro longe do público por um pedido dele.
“Ele me pediu para não compartilhar. Eu sei por que ele me pediu isso”, afirmou Sandra. Segundo a estrela de Hollywood, respeitar a decisão de Randall acabou deixando-a isolada durante o avanço da doença, especialmente em meio à pandemia de Covid-19.
Por algum tempo, apenas Gesine Bullock-Prado, irmã da atriz, sabia do diagnóstico. Mais tarde, Sandra dividiu a situação com amigos próximos, como Jennifer Aniston e Amanda Anka, mulher de Jason Bateman, um dos apresentadores do podcast.
Além de acompanhar os cuidados médicos do companheiro, Sandra precisava criar os filhos, Louis e Laila. A combinação da doença física, dos impactos emocionais e das responsabilidades familiares foi descrita pela atriz como uma fase “bastante sombria”.
Sandra Bullock começou a viver o luto antes da morte
A atriz também contou que começou a lamentar a perda de Bryan anos antes da morte dele, à medida que a doença avançava.
“Minha pessoa partiu muito antes de o corpo partir”, desabafou. Sandra afirmou que só conseguiu lidar verdadeiramente com esse luto depois da morte do fotógrafo, ocorrida em agosto de 2023, aos 57 anos.
Sandra Bullock e Bryan Randall começaram a se relacionar em 2015. O fotógrafo enfrentou a ELA de maneira reservada durante três anos. Atualmente, a atriz se prepara para retornar ao papel de Sally Owens na sequência de Da Magia à Sedução.