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Pai de Isabel Veloso desabafa em 1º aniversário sem a filha: 'Eu sigo'
Reprodução/Instagram/@joelson_veloso

Joelson Veloso, pai de Isabel Veloso, publicou um desabafo nas redes sociais no dia em que faz aniversário. No fim do domingo (1º), Joelson afirmou que, apesar de não ter a filha fisicamente, ainda celebra a vida. 

"Hoje é meu aniversário. E pela primeira vez, você não está aqui fisicamente, minha princesa. Mas cada palavra que você me deixou ecoa mais forte do que nunca", disse, no texto. 

Joelson também relembrou o que Isabel disse no último aniversário com a filha viva. "Quando você disse: ‘Pai, talvez esse seja meu último aniversário ao seu lado...’ Eu não entendia a dimensão da eternidade que estava sendo plantada ali", disse. 

"E quando, em 2025 você me pediu para lembrar do seu amor, independente do tempo que ainda existisse, você me ensinou que o amor não acaba com a ausência", afirmou. 

O empresário diz celebrar, mesmo com a ausência. "Hoje eu celebro a vida... porque você queria que eu continuasse. Eu sigo... porque você me pediu. Eu confio em Jesus... porque você me apontou para Ele. Seu amor continua sendo minha força. E meu aniversário sempre terá você nele. Te amo até a lua... ida e volta... e além", completou.  

Morte de Isabel Veloso

Isabel Veloso morreu em 10 de janeiro deste ano, meses após enfrentar a doença do Enxerto Contra o Hospedeiro. Segundo o pai, Joelson, ela estava com a rejeição do enxerto feito para o tratamento de linfoma. 

Antes, o pai de Isabel havia explicado que o problema ocorreu após o transplante de medula óssea. "Infelizmente a rejeição do enxerto (Doença do Enxerto contra o Hospedeiro) e infecções graves após o transplante são riscos sérios e imprevisíveis. Surgem de forma agressiva e difícil de controlar. O corpo fragilizado, e a complexidade do tratamento tornam tudo mais delicado", disse em texto, antes da morte de Isabel. 

A doença, segundo a biblioteca nacional de medicina dos Estados Unidos, é uma complicação grave que pode ocorrer após o transplante de medula óssea ou de células-tronco hematopoiéticas. 

O problema que Isabel enfrentou ocorre quando linfócitos T do enxerto do doador reconhecem os tecidos do receptor como estranhos, por diferenças de compatibilidade. Ou seja, os linfócitos iniciam uma resposta imune contra eles e ataca o corpo do paciente.

Fonte: Band.
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