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Nikolas admite voo em jatinho de dono do Banco Master em campanha eleitoral
Bruno Spada/Câmara dos Deputados

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) confirmou, em nota, que utilizou uma aeronave particular ligada ao empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, durante o segundo turno das eleições de 2022, mas afirmou que, na época, não sabia quem era o proprietário do jatinho.

De acordo com o parlamentar, o voo ocorreu no contexto da campanha, quando ele foi convidado para participar de um evento político voltado ao público jovem.

Ele relatou que a viagem foi feita para que pudesse comparecer a uma agenda intitulada Juventude pelo Brasil, organizada durante o segundo turno, e que uma aeronave foi colocada à disposição para o deslocamento até o local do compromisso.

Nikolas enfatizou que embarcou no voo apenas porque havia recebido o convite para a atividade de campanha eleitoral e que, naquele momento, não buscou nem recebeu informações sobre quem era o dono do avião utilizado.

Deputado nega vínculo com proprietário da aeronave

Segundo o deputado, sua participação na viagem não teve qualquer relação direta com o empresário ligado ao jato. Ele declarou que não possuía vínculo pessoal, comercial ou institucional com o proprietário da aeronave.

“Minha presença no voo se deu exclusivamente em razão do convite para a agenda de campanha, sem qualquer vínculo pessoal, comercial ou institucional com o dono da aeronave”, afirmou Nikolas.

Ele acrescentou que apenas posteriormente soube que o avião pertencia a Daniel Vorcaro, identificado por ele como proprietário do Banco Master.

Parlamentar fala em ausência de indícios de irregularidade

Na nota, Nikolas também argumentou que, em 2022, o nome do empresário não tinha grande exposição pública e que, por isso, não havia informações que levantassem dúvidas sobre o uso da aeronave naquele contexto.

“Ressalto ainda que, em 2022, o nome citado não era de conhecimento público nem havia qualquer informação que levantasse qualquer tipo de alerta. Mesmo que houvesse a tentativa de identificar o proprietário da aeronave naquele momento, não existia qualquer elemento que indicasse situação irregular ou que justificasse questionamento”, disse o deputado.

Em meio a questionamentos recorrentes sobre transparência no financiamento e na logística de campanhas eleitorais, o deputado reforçou que, no caso específico do voo, não enxerga motivo para suspeitas e sustenta que seguiu apenas a orientação da equipe de campanha ao aceitar o deslocamento.

Fonte: Band.
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