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Irmã de Deolane pede para fãs não tentarem visitar influenciadora presa

Daniele Bezerra, irmã da influenciadora Deolane Bezerra, fez um pedido nas redes sociais para que fãs parem de tentar visitar a advogada, que está presa desde maio na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista. Pelo Instagram, Daniele contou que as visitas são restritas.

"As visitas para a Deo são restritas aos familiares autorizados, aqueles cadastrados no rol de visitas dela e permitidos por lei, como pai, mãe, filhas, irmãos ou cônjuges e amásios", disse e fez um pedido: "Peço por favor não enviem documentos à penitenciária tentando se cadastrar como amásio da Deo, isso aconteceu".

Ela ainda disse que entende o amor dos fãs, mas que isso acaba atrapalhando o andamento da unidade prisional. "Para ser reconhecido como companheiro, não basta encaminhar documentos, é necessário cumprir os requisitos exigidos. [...] sei que isso foi feito com a melhor das intenções, mas acaba gerando trabalho e atrapalhando o andamento da unidade", pontuou.

Daniele ainda sugeriu que os fãs enviem cartas para Deolane. "Então, não façam isso. A Deolane não tem amásio ou amásia, mas quem quiser escrever para ela, basta enviar um telegrama ou carta para a unidade no nome dela, que ela vai receber com muito amor e carinho", disse.

O que é um amásio?

Segundo a Justiça Brasileira, o 'amásio' é uma pessoa que mantém um relacionamento afetivo duradouro e vive com a outra pessoa sem estar formalmente casada.

Ou seja, o amásio no sistema prisional é o companheiro em uma união informal com um preso. A declaração de amásio pode ser feita em cartório, com testemunhas, para comprovar que há um relacionamento fixo com a pessoa presa. O documento é exigido para conceder o direito à visitação e envio de jumbos ou outros itens.

Deolane Bezerra está presa desde maio

Deolane está presa preventivamente desde o dia 21 de maio, quando foi detida em Barueri (SP) durante a Operação Vérnix, deflagrada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público de São Paulo. Ela foi denunciada e se tornou ré sob a acusação de praticar crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro para a facção Primeiro Comando da Capital (PCC).

Segundo as investigações, Deolane teria um papel central na estrutura financeira do grupo, utilizando suas contas bancárias e sua projeção pública para mascarar transações de altos valores oriundas de uma transportadora apontada como braço financeiro da facção.

Fonte: Band.
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