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Irmã de Deolane critica decisão que usou 'A Fazenda' para manter prisão
Reprodução/Instagram @deolane

Dayanne Bezerra, irmã de Deolane Bezerra, criticou a decisão da Justiça em manter a influenciadora presa usando o reality "A Fazenda" na decisão. Para a advogada, a irmã foi em busca de trabalho e visibilidade, o que iria contra o argumento da Justiça de São Paulo.

"Ir para um reality show é uma escolha, foi um trabalho em busca de dinheiro e visibilidade. Estar presa durante uma investigação é uma situação completamente diferente, e que jamais deveria existir, prender pra investigar?", questiona.

"Ela estava trabalhando, buscando dar uma vida melhor para a filha e para a família. Não se pode tratar essas duas realidades como se fossem a mesma coisa", diz Dayanne.

O que aconteceu com Deolane?

A influenciadora Deolane Bezerra teve mais um pedido de liberdade negado pela Justiça de São Paulo. A defesa da advogada pediu para ela deixar a cadeia com o fato da empresária ter uma filha menor de idade, mas a Justiça entendeu que o argumento não fazia sentido. Para a relatora do processo, Deolane não teria a necesidade de ficar próxima da filha de 10 anos, já que foi ao reality "A Fazenda" em 2022. Ela se manteve voluntariamente longe de Valentina Bezerra por três meses, até sair do programa.

“Muito embora se reconheça a importância da figura materna para uma criança, não há nos autos qualquer indício de que a filha menor da paciente esteja desamparada ou em situação de vulnerabilidade”, argumentou a relatora.

Deolane Bezerra presa

A Polícia Civil e o Ministério Público de São Paulo deflagraram, nesta quinta-feira (21), a operação Policial Vérnix, contra lavagem de dinheiro da facção Primeiro Comando da Capital (PCC). A influenciadora digital Deolane Bezerra foi presa.

Além de Deolane Bezerra, a operação cumpre um mandado de prisão contra Marco Herbas Camacho, conhecido como Marcola, chefe do PCC, que já está preso, e o irmão dele, Alejandro Camacho, que cumpre pena no presídio federal em Brasília.

Segundo a corporação, a ação é resultado de uma investigação de alta complexidade que revelou uma engrenagem financeira milionária utilizada para ocultar, dissimular e reinserir na economia formal valores vinculados à alta cúpula do PCC. A investigação começou em 2019, quando bilhetes e manuscritos foram apreendidos pela Polícia Penal na Penitenciária II de Presidente Venceslau, no interior paulista, em poder de dois sentenciados.

Fonte: Band.
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