Mila Seidl atendeu a imprensa na tarde desta sexta-fera (2), durante o velório do marido, realizado no no Complexo do Aeroporto do Campo de Marte, na Zona Norte de São Paulo.
A empresária falou sobre a doença que acometeu o influenciador Lito Souza.
A doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), é uma condição neurológica rara, degenerativa e sem cura. Questionada sobre os últimos dias do especialista em aviões, Mila Seild expressou surpresa com o avanço da doença.
"Eu acho que todo mundo conseguiu já pesquisar um pouco sobre, mas ela não é, nem de longe, o que se lê sobre ela. Não chega perto. Então, é uma doença assim avassaladora, em dias ela muda todo o cenário. Então, para a gente foi muito difícil, muito difícil mesmo".
Sobre a parte cognitiva de Lito Sousa, ela afirmou que, em determinado momento, passou a ser uma incógnita até para os médicos. "A gente não tem como garantir, porque ele parou de falar e, então, a gente parou de ter esse termômetro, mas a gente acredita que sim, né? A gente acredita que sim, o que é raro".
Por causa do agravamento da doença, Mila afirma que teve várias conversas com Lito Sousa nos últimos dias de vida. Entretanto, a despedida final ela considera uma "piscadela" que recebeu do influenciador.
"Quando percebi, eu falei: 'Vá em paz, a gente vai ficar aqui, a gente vai dar conta'. Ele não tinha medo da morte, ele não tinha medo de nada, ele era uma pessoa muito, muito racional, muito... muito calma. Além de ser muito inteligente, ele tinha uma inteligência emocional fora do comum".
"Ele é uma pessoa que, nas maiores adversidades, ele nunca perdeu a gentileza com ninguém, nunca, nunca, nunca. Se você for ao hospital e conversar com todo mundo, todo mundo conheceu o outro Lito, que não é famoso, que estava doente... todo mundo sentiu muito, porque ele é uma pessoa muito querida. Ele não era apenas um influenciador, ele era também uma pessoa fantástica".