O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, deixou claro que sua pretensão é ser candidato à Presidência da República. Caiado anunciou a migração de partido, nesta semana, saindo do União Brasil e indo para o PSD.
Possível candidatura à Presidência da República
Com a chegada de Caiado, PSD tem três possíveis presidenciáveis: Ele se junta a Ratinho Júnior, governador do Paraná, e Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul.
Em entrevista ao Jornal Gente, da Rádio Bandeirantes, Caiado esclareceu que deixou o União Brasil por não haver espaço para uma possível candidatura à presidência.
“Estou como pré-candidato do PSD agora, já que todos no União Brasil, entenderam que eu não tinha esse espaço. A minha pretensão é ser candidato a Presidência da República”, relata Caiado sobre sua mudança de partido.
Disputa eleitoral contra Lula
Ao ser perguntado sobre a possível corrida eleitoral contra o atual Presidente Lula, Caiado emitiu sua opinião sobre como seria essa disputa e relatou cortes nas verbas do estado de Goiás.
“Um candidato enfrentando o Lula por 8 meses, você já imaginou o que esse homem vai sofrer de fake news e retaliações? Eu, como pré-candidato, ele já cortou 1,2 bilhão de reais de repasse para a saúde em Goiás”, disse o governador.
Ainda sobre sua possível candidatura, o goiano explicou qual é o cenário de enfrentar políticos do PT, enquanto Lula está no topo do Poder Executivo.
“Tem que imaginar que você entra para enfrentar uma máquina que não tem limite em usar o dinheiro público de forma irresponsável. Para eles, a eleição, é questão de vida ou morte.”, disse Caiado.
Melhorias na Segurança
Além da disputa eleitoral, o político também comparou a eficácia dos métodos utilizados no estado de Goiás para melhorar a segurança, com o que é feito no país inteiro. Ele explicou quais mudanças faria visando diminuir a criminalidade.
“Como presidente, eu saberei buscar a todos os governadores, saberei fazer aquilo que fiz em Goiás, ou seja, um controle rígido das penitenciárias. Quando você tem o controle definitivo, há uma queda brusca na criminalidade”, explicou Caiado.