O que era burburinho se tornou uma confissão pública devastadora. Bill Gates admitiuter mantido casos extraconjugais com mulheres russas enquanto ainda estava casado com sua agora ex-esposa, Melinda French Gates. A revelação "bombástica" foi feita pelo próprio magnata durante uma reunião geral da Fundação Gates, em Seattle, conforme reportado pelo Wall Street Journal.
Durante o desabafo aos funcionários, Gates detalhou que os envolvimentos ocorreram com duas mulheres específicas: uma jogadora de bridge russa, que ele conheceu em torneios do jogo, e uma física nuclear russa, com quem teve contato através de atividades de negócios.
Embora as mulheres não estivessem envolvidas na rede de tráfico de Epstein, o nome do falecido financista condenado por pedofilia, Jeffrey Epstein, surge como a figura que descobriu os casos e teria tentado usar as informações como moeda de troca.
A conexão sombria com Jeffrey Epstein
A admissão de Gates ocorre em meio à pressão da recente liberação dos "Arquivos Epstein". O bilionário aproveitou o momento para pedir desculpas por sua associação com o criminoso, iniciada em 2011 — três anos após a primeira condenação de Epstein.
Gates confessou ter viajado no jato particular do financista e mantido encontros nos EUA e no exterior, ignorando o "asco" que Melinda sentia pela conexão. Documentos revelam que Epstein chegou a enviar e-mails mencionando supostas doenças sexualmente transmissíveis de Gates e as "consequências de sexo com garotas russas", alegações que o fundador da Microsoft classificou anteriormente como "falsas".
O custo da verdade
A revelação coloca em xeque a imagem de "filantropo exemplar" que Gates construiu nas últimas décadas. Fontes sugerem que a exposição desses casos foi o fator decisivo para o fim de seu casamento de 27 anos com Melinda, que já havia manifestado desconforto com as amizades perigosas do marido.