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Anvisa proíbe venda e determina recolhimento de suplementos Rejuvita 30 ml

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou a apreensão e proibiu a comercialização de suplementos alimentares considerados irregulares no país. As medidas foram publicadas nesta quinta-feira (28) no Diário Oficial da União.

Entre os produtos atingidos pela decisão está o suplemento alimentar líquido Rejuvita 30 ml, fabricado pela empresa Rejuvita Ltda. A Resolução nº 2.131/2026 determina a apreensão do item e também suspende a venda, a distribuição, a fabricação, a propaganda e o uso do produto.

Segundo a Anvisa, o Rejuvita 30 ml apresentava indícios de irregularidades sanitárias por divulgar alegações não permitidas para suplementos alimentares, como efeitos “anti-idade”, “renovação profunda da pele” e “dermocosmético oral”. De acordo com o órgão, esse tipo de publicidade pode induzir o consumidor ao erro.

A agência também apontou que a informação de que o produto seria “100% regularizado e aprovado pela Anvisa” é enganosa. Além disso, foram identificadas inconsistências relacionadas à identificação do fabricante.

Outra medida publicada pela Anvisa, por meio da Resolução nº 2.129/2026, determinou o recolhimento de todos os suplementos alimentares fabricados pela empresa Mayben Pharmaceutical Ltda. A decisão também suspende a comercialização, a distribuição, a fabricação, a divulgação e o uso dos produtos.

Entre os suplementos atingidos pela sanção estão:

  • Lactben e Lactulose Nativida, suplementos alimentares em solução à base de lactulose;
  • Calcioben D, suplemento alimentar em comprimidos à base de cálcio e vitamina D;
  • Calcioben, suplemento alimentar em comprimidos à base de cálcio;
  • Aqualev, suplemento alimentar em pó de carboidrato e eletrólitos.

De acordo com a Anvisa, durante inspeção sanitária realizada entre os dias 25 e 26 de abril, foram constatadas falhas graves nas Boas Práticas de Fabricação da empresa.

Entre os problemas identificados estão estrutura e limpeza inadequadas, falta de controle de temperatura e umidade, sistema de exaustão ineficiente, equipamentos danificados, uso de matérias-primas vencidas, mistura inadequada entre linhas de produção, ausência de lavatórios e materiais para higienização das mãos, falhas na rastreabilidade e utilização de embalagens impróprias.

A Anvisa informou que as medidas têm como objetivo proteger a saúde da população e evitar riscos relacionados ao consumo dos produtos irregulares.

Fonte: Band.
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