De acordo com a ação, Josy alegava que o valor não teria sido quitado e sustentava que, posteriormente, a apresentadora a acusou de práticas como agiotagem e usura, além de registrar uma notícia-crime contra ela. O procedimento chegou a ser analisado pelas autoridades, mas acabou arquivado pelo Ministério Público.
Após o arquivamento, a ex-concunhada entrou na Justiça pedindo indenização de R$ 51 mil por danos morais. Ela argumentou que a comunicação feita por Ana às autoridades teria sido uma forma de retaliação diante da cobrança da dívida.
Outro aspecto considerado pela Justiça foi o contrato firmado entre Josy e a empresa ligada à apresentadora. Segundo a decisão, o documento previa juros acima dos limites legais, circunstância que reforçou o entendimento de que havia elementos suficientes para justificar a procura pelas autoridades e a abertura de investigação.
Com isso, o pedido de indenização por danos morais foi negado, garantindo uma vitória para Ana Hickmann em primeira instância. A decisão ainda pode ser contestada por meio de recurso.